Como trabalhar com vendas online e sem sair de casa
- inspirela

- 8 de jun. de 2020
- 4 min de leitura
1. Compreenda que você tem um negócio
Antes de mais nada, é preciso ter em mente que você terá um negócio, e que não é apenas uma vendedora. Por isso, seja profissional e comporte-se como um empreendedor.
2. Determine o seu investimento
Uma das principais dúvidas ao abrir um e-commerce é de quanto será o investimento inicial. Primeiramente, essa é uma opção mais barata do que ter um negócio físico, pela facilidade nas operações e pelo menor investimento em estoque, além de poder conciliar com outras atividades.
O seu investimento consiste em alguns fatores:
*Qual é o tipo de produto que vai oferecer,
*Se você terá a sua própria estrutura ou se venderá em marketplaces,
*Quais serão os tipos de contratos com as empresas de logística,
*Quanto pode investir em marketing,
*Qual plataforma de e-commerce utilizará,
*Se precisará de uma equipe ou de contratar serviços pontuais.
3. Defina o nicho de atuação
O melhor caminho para trabalhar com vendas online sem sair de casa é optando por um segmento de atuação específico.
Tente escolher algo no qual você tenha afinidade, isto é, em que você conheça os produtos ou que gostaria de vendê-los.
Uma ótima dica ao fazer a escolha do seu nicho é analisar o grau de popularidade no Google Trends — uma ferramenta que permite acompanhar a evolução do número de buscas por uma determinada palavra-chave ao longo do tempo.
4. Faça um mapeamento e estabeleça um público-alvo
Depois de definir o seu segmento de atuação, é necessário determinar o seu público-alvo e conhecer o perfil do consumidor online.
Ao conhecer as preferências e as necessidades do seu cliente, você consegue trabalhar melhor ofertas, promoções e estilos. Além disso, poderá estabelecer um tipo de comunicação. Já que a linguagem, as expressões e as preferências facilitam o trabalho do marketing do e-commerce.
5. Elabore um plano de negócios
Para viabilizar o seu projeto e, consequentemente, diminuir as chances de fracasso, é imprescindível que você crie um bom plano de negócios. O documento deverá conter informações como:
identidade da marca;
missão, visão e valores;
público-alvo;
fornecedores;
produtos que serão vendidos;
principais concorrentes;
estratégias de marketing;
cronograma de ações;
objetivos.
Dentro do planejamento de negócios, um dos pontos cruciais é escolher bem os seus fornecedores. Procure por aqueles que ofereçam qualidade, melhor preço e um diferencial. Pesquise quem o atenderá melhor, quais são as melhores condições de pagamentos, prazos de entrega, condições de criação e reputação no mercado.
6. Conheça as tecnologias
Conhecer as tecnologias que englobam o varejo eletrônico é quase que uma obrigação. Entre as principais delas, estão as plataformas de e-commerce, que representam o “ponto de vendas” de toda e qualquer loja virtual, pois as são responsáveis pelo gerenciamento e pela visualização dela na internet.
Procure se informar sobre os recursos, as ferramentas e tudo que envolva a gestão e a usabilidade das plataformas. Assim, será mais fácil decidir qual delas se adapta melhor às suas necessidades. Porém, não se esqueça de que uma plataforma completa deve:
permitir o cadastro e a inclusão de produtos;
gerenciar estoque e preços;
proteger as informações pessoais dos clientes e garantir a segurança no envio dessas informações;
ter um setor de organização das formas de pagamento e da entrega.
Além disso, existem os marketplaces — plataformas mediadas por uma empresa, em que vários outros lojistas podem se cadastrar e vender — que permitem maior visibilidade dos produtos. Outra vantagem é o acesso a serviços de consultoria de marketing; ferramentas de controle de estoque e parceria com meios de pagamentos.
DropShipping-Com o dropshipping, o e-commerce faz a venda do produto e envia a ordem dessa transação para o fornecedor parceiro. É o fornecedor quem vai enviar o item para o cliente em nome do comércio eletrônico, que tem como lucro a diferença entre o preço cobrado para o usuário e aquele cobrado pelo parceiro.
7. Informe-se sobre os métodos de pagamento
A questão dos meios de pagamento merece muita atenção, porque é assim que você receberá o dinheiro. Entender o funcionamento dos métodos disponíveis atualmente é essencial para manter as atividades de forma saudável e ajudar a alavancar as vendas do seu e-commerce.
Existem três opções a serem consideradas para pagamentos digitais: integração direta com os adquirentes, intermediadores e gateways.
A integração direta refere-se a um canal de associação criado pelas operadoras de cartão de crédito. Tanto a operadora quanto a loja virtual estabelecem uma conexão para que os programadores possam comunicar entre si. Não existem taxas a serem pagas pelo empreendedor. O custo é apenas com o sistema da loja para análise das condições de crédito e saldo no cartão.
Uma dica para quem está começando a vender pela internet é utilizar os intermediadores de pagamento, como PagSeguro, Moip e PayPal. Essas empresas se responsabilizam pela segurança das transações e oferecem um serviço de qualidade, normalmente sem custos de implantação.
Porém, a utilização desses intermediários acarreta em taxas de processamento relativamente altas, podendo interferir na precificação dos produtos.
Uma alternativa seria os gateways de pagamento, como Cielo e RedeCard, que funcionam da mesma forma que uma máquina de cartões de crédito em uma loja física. Esses, por sua vez, têm uma implantação um tanto quanto complexa, não se responsabilizando pela segurança das informações.
Dentro da opção de gateways existe a possibilidade de optar pela emissão de boleto bancário ou transferência eletrônica de fundos.
Algumas plataformas de pagamentos online apresentam gateway e intermediador de pagamentos como soluções, é o caso da Yapay. Uma empresa especializada que busca oferecer produtos de alta tecnologia na área de meios de pagamento, com funcionalidades capazes de aumentar as suas vendas e os resultados do seu projeto.
No entanto, é importante ressaltar que tanto intermediadores quanto gateways são vantajosos, porém os primeiros são voltados para pequenas e médias empresas, enquanto os outros são melhores opções para grandes e-commerces.
Como não tem como saber qual será o método de pagamento escolhido pelo seu consumidor, a melhor maneira é oferecer diferentes possibilidades.
Ps: Informções retiradas do site Escola de E-commerce.




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